Architecture, for me, has always been an inspiration and an option.
Since I was little, I already drew geometric shapes and could imagine all of that in reality, I was sure I'd graduate as an architect.
While studying for Vestibular, I started involving myself with other kinds of doodling and forms of making art beyond architecture. That's when I dove in head first in research about artists, the history of art and saw myself enchanted by this complex and grandiose world that is art.
I remember applying for Vestibular and changing my mind right on the nick of time, choosing to become a plastic artist.
When you major in arts, the paths and possibilities are so many that you get lost and are afraid of ending up in the same ol' same ol'. But, as soon as I graduated, I got in touch with the learnings of panoramic photography and the 360 technology, and it was at that exact moment that I knew the path my life would take. I didn't waste time, I specialized myself in photography.
Ironically, or not, I was found by architecture and the fascination for it once more. What moves me and enchants me the most is photographing what I used to sketch when I was a child.
I like to involve myself with creation and move between the spaces. Create imaginary lines and compose a piece.
Each and every photography is like that for me, it's as if I build the lines all over again to create my masterpiece.
For this brief summary, in celebration of this reencounter, I've decided to bring here more of my work and dedicate myself more to this triad - photography, arts and architecture - which shapes me as an artist.
A arquitetura, para mim, sempre foi uma inspiração  e uma opção.
Desde pequena, já desenhava espaços geométricos e imaginava aquilo na realidade, era certo que me formaria como arquiteta.
Na época dos estudos para o vestibular, comecei a me envolver com os outros rabiscos e outras formas de fazer arte, além da arquitetura. Foi quando mergulhei em pesquisas sobre artistas, sobre a história da arte e me vi encantada por esse mundo complexo, e grandioso, que é a arte.
Lembro que na inscrição para o vestibular, mudei de ideia bem em cima da risca, optando por me tornar uma artista plástica.
Quando você se forma em artes, os caminhos e possibilidades são tantos que a gente se perde e tem receio de acabar na mesmice. Porém, logo que me formei, tive contato com o aprendizado das fotografias panorâmicas e a tecnologia 360º, e foi neste exato momento que eu soube o caminho que minha vida seguiria. Não perdi tempo, e me especializei em fotografia.
Por ironia do destino, ou não, encontrei-me com a arquitetura e com a fascinação por ela mais uma vez. Hoje, o que me move e o que mais me encanta é fotografar aquilo que eu rabiscava quando criança.
Gosto de me envolver com a criação e movimentar entre os espaços, criar linhas imaginárias e compor um quadro.
Toda fotografia para mim é assim, é como se eu criasse novamente novas linhas e montasse a minha obra.
Por este breve resumo, e pela celebração deste reencontro, decidi trazer aqui mais do meu trabalho e me dedicar mais a essa tríade - fotografia, artes e arquitetura - que me forma enquanto artista.

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